Por Paty, moradora do sul da ilha

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Com cinco dias, eu pego o roteiro de 3 dias e acrescento três coisas, como eu faria com quem me visita: Coqueiros, outras praias do norte e mais tempo no sul da ilha. A ordem continua do sul para o norte, para evitar o vai e volta no trânsito.

Dias 1 e 2: sul da ilha

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Dia 1. Praia do Campeche, como no roteiro de 3 dias.

Dia 2. Para quem fica no sul, eu levaria a pessoa ao Ribeirão da Ilha.

Pesquisado em fontes de turismo

Se a ideia for visitar a Ilha do Campeche, o voucher é emitido no site oficial da Prefeitura (ilhadocampeche.pmf.sc.gov.br), há limite diário de visitantes e o mar agitado pode impedir a travessia.

O Ribeirão da Ilha é um bairro de origem açoriana, conhecido pelo casario e pelas ostras e frutos do mar.

Se você curte trilha, este dia também cabe a Lagoinha do Leste. Esta parte é guia, eu não fiz a trilha, e conferi o que segue em fontes públicas:

  • A praia fica no Parque Natural Municipal da Lagoinha do Leste e não tem acesso por estrada: só por trilha ou barco.
  • A trilha mais curta sai do Pântano do Sul. Relatos de quem fez falam em cerca de 40 minutos, mas não achei tempo oficial.
  • A Floram, que cuida do parque, menciona um formulário a preencher antes da visita. Confira com ela antes de ir.
  • Leve água, calçado adequado e protetor solar, e não deixe para voltar depois de escurecer.

Dia 3: Centro

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Igual ao roteiro de 3 dias: Mercado Público, Ponte Hercílio Luz, um restaurante, café da tarde e churrasco.

Dias 4 e 5: Coqueiros e norte da ilha

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Dia 4. Coqueiros, com um restaurante.

Dia 5. Mais praias do norte.

Atenção: Coqueiros fica na parte continental de Florianópolis, fora da ilha, então o dia 4 pede atravessar a ponte. As praias do norte estão listadas em onde ficar em Florianópolis.

Conferido em fonte oficial

Quem gosta de história pode incluir a Fortaleza de São José da Ponta Grossa, na Praia do Forte, administrada pela UFSC, com ingresso comprado online e horário que varia. Confira em fortalezas.ufsc.br.

As outras duas fortalezas da UFSC, Santa Cruz de Anhatomirim e Santo Antônio de Ratones, ficam em ilhas da Baía Norte e só têm acesso por barco.

Antes de sair

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  • Aluguel de carro. Na minha opinião, todo mundo precisa de carro na ilha, com ou sem família. O Uber aqui é caro, e fica mais pesado quando viajam várias pessoas.
  • Trânsito. Evite fazer vários deslocamentos longos no mesmo dia.

Conferido em fonte oficial

Balneabilidade. Consulte o boletim do IMA em balneabilidade.ima.sc.gov.br antes de entrar no mar.

Em onde ficar em Florianópolis eu explico como escolher a região-base.

Contorno da ilha: © colaboradores do OpenStreetMap, dados sob a licença ODbL. Divisão em regiões informal.